O diagnóstico de lipedema ainda gera muitas dúvidas entre pacientes. Afinal, lipedema tem cura? A resposta envolve compreender melhor essa doença crônica, que costuma ser confundida com obesidade ou linfedema.
Inclusive, um levantamento publicado na revista científica Plastic and Reconstructive Surgery Global Open estima que o lipedema pode atingir cerca de 11% das mulheres adultas no mundo, o que equivale a quase uma em cada nove pessoas do sexo feminino. Apesar de tão frequente, a condição segue sendo pouco reconhecida.
Descubra os mitos e verdades da doença!
Uma das perguntas mais frequentes é: lipedema tem cura? A resposta é não. O lipedema é considerado uma doença crônica e, atualmente, não existe cura definitiva. No entanto, isso não significa que não haja tratamento eficaz.
Com acompanhamento adequado, é possível controlar os sintomas, reduzir a progressão da doença, melhorar a mobilidade e proporcionar mais qualidade de vida. O tratamento deve ser individualizado, considerando o estágio da condição e as necessidades de cada paciente.
Mito. Embora as duas condições possam coexistir na mesma pessoa, o estudo “Lipedema: A Relatively Common Disease with Extremely Common Misconceptions” destaca que o tecido adiposo do lipedema tem comportamento próprio. Ou seja, cresce de forma desproporcional nos membros, é extremamente sensível ao toque e praticamente não responde a dietas restritivas nem a métodos invasivos de emagrecimento, como cirurgias bariátricas. Por isso, é comum pacientes serem cobradas por falta de disciplina, quando na verdade enfrentam uma doença diferente da obesidade.
Mito. Um dos sinais clássicos observados pelos pesquisadores da investigação citada acima é o padrão de pernas em coluna, em que o volume aumenta de forma simétrica nas pernas e, por vezes, nos braços, mas poupa mãos e pés. Esse cenário é diferente do que costuma acontecer no linfedema, em que essas extremidades também incham. Aliás, tal detalhe é um dos critérios usados por médicos para diferenciar as duas condições.
Verdade. Os critérios para identificar o lipedema existem desde a década de 1950, mas poucos profissionais de saúde os conhecem bem. Isso resulta em anos de peregrinação médica, exames desnecessários e, muitas vezes, no julgamento equivocado de familiares e amigos.
Ademais, fatores hormonais, como puberdade, gestação e menopausa, podem acelerar o crescimento do tecido gorduroso característico da doença, tornando o quadro ainda mais confuso quando não há um diagnóstico correto de base.
Mito. As técnicas cirúrgicas utilizadas em casos de lipedema são adaptadas para preservar ao máximo os vasos linfáticos da região tratada, usando abordagens específicas, diferentes das adotadas em procedimentos estéticos. Esse processo reduz o risco de complicações e favorece uma recuperação mais segura.
Mito. Boa parte das pacientes convive com sofrimento psicológico significativo, incluindo ansiedade, depressão e episódios de isolamento social. Isso muitas vezes é intensificado pelo estigma relacionado ao peso corporal e pela demora em obter um diagnóstico correto.
Nos casos em que o tratamento clínico não é suficiente para controlar os sintomas ou quando há comprometimento significativo da qualidade de vida, a cirurgia pode ser uma alternativa.
Técnicas de remoção da gordura doente podem contribuir para a redução da dor, melhora da mobilidade e desaceleração da progressão da doença.
Para pacientes com indicação cirúrgica, vale a pena conhecer a One STEP®. De qualquer modo, a avaliação médica é imprescindível para entender o estágio da doença e definir a abordagem mais adequada para cada caso.
Leia também o nosso artigo “Lipedema nas pernas: quando o caso é cirúrgico?” para ampliar sua compreensão sobre a doença!
Inclusive, um levantamento publicado na revista científica Plastic and Reconstructive Surgery Global Open estima que o lipedema pode atingir cerca de 11% das mulheres adultas no mundo, o que equivale a quase uma em cada nove pessoas do sexo feminino. Apesar de tão frequente, a condição segue sendo pouco reconhecida.
Descubra os mitos e verdades da doença!
Lipedema tem cura?
Uma das perguntas mais frequentes é: lipedema tem cura? A resposta é não. O lipedema é considerado uma doença crônica e, atualmente, não existe cura definitiva. No entanto, isso não significa que não haja tratamento eficaz.
Com acompanhamento adequado, é possível controlar os sintomas, reduzir a progressão da doença, melhorar a mobilidade e proporcionar mais qualidade de vida. O tratamento deve ser individualizado, considerando o estágio da condição e as necessidades de cada paciente.
O lipedema é apenas uma forma de obesidade
Mito. Embora as duas condições possam coexistir na mesma pessoa, o estudo “Lipedema: A Relatively Common Disease with Extremely Common Misconceptions” destaca que o tecido adiposo do lipedema tem comportamento próprio. Ou seja, cresce de forma desproporcional nos membros, é extremamente sensível ao toque e praticamente não responde a dietas restritivas nem a métodos invasivos de emagrecimento, como cirurgias bariátricas. Por isso, é comum pacientes serem cobradas por falta de disciplina, quando na verdade enfrentam uma doença diferente da obesidade.
O lipedema avança de forma igual pelo corpo
Mito. Um dos sinais clássicos observados pelos pesquisadores da investigação citada acima é o padrão de pernas em coluna, em que o volume aumenta de forma simétrica nas pernas e, por vezes, nos braços, mas poupa mãos e pés. Esse cenário é diferente do que costuma acontecer no linfedema, em que essas extremidades também incham. Aliás, tal detalhe é um dos critérios usados por médicos para diferenciar as duas condições.
O diagnóstico costuma demorar bastante
Verdade. Os critérios para identificar o lipedema existem desde a década de 1950, mas poucos profissionais de saúde os conhecem bem. Isso resulta em anos de peregrinação médica, exames desnecessários e, muitas vezes, no julgamento equivocado de familiares e amigos.
Ademais, fatores hormonais, como puberdade, gestação e menopausa, podem acelerar o crescimento do tecido gorduroso característico da doença, tornando o quadro ainda mais confuso quando não há um diagnóstico correto de base.
A cirurgia para lipedema é igual a uma lipoaspiração estética
Mito. As técnicas cirúrgicas utilizadas em casos de lipedema são adaptadas para preservar ao máximo os vasos linfáticos da região tratada, usando abordagens específicas, diferentes das adotadas em procedimentos estéticos. Esse processo reduz o risco de complicações e favorece uma recuperação mais segura.
O lipedema só afeta o corpo
Mito. Boa parte das pacientes convive com sofrimento psicológico significativo, incluindo ansiedade, depressão e episódios de isolamento social. Isso muitas vezes é intensificado pelo estigma relacionado ao peso corporal e pela demora em obter um diagnóstico correto.
Quando a cirurgia pode ser considerada?
Nos casos em que o tratamento clínico não é suficiente para controlar os sintomas ou quando há comprometimento significativo da qualidade de vida, a cirurgia pode ser uma alternativa.
Técnicas de remoção da gordura doente podem contribuir para a redução da dor, melhora da mobilidade e desaceleração da progressão da doença.
Para pacientes com indicação cirúrgica, vale a pena conhecer a One STEP®. De qualquer modo, a avaliação médica é imprescindível para entender o estágio da doença e definir a abordagem mais adequada para cada caso.
Leia também o nosso artigo “Lipedema nas pernas: quando o caso é cirúrgico?” para ampliar sua compreensão sobre a doença!
