A Copa do Mundo é o palco máximo do futebol mundial, mas, antes mesmo da bola rolar, a edição de 2026 já registrou uma sequência de baixas que alteram o equilíbrio competitivo entre as seleções. Nomes fundamentais para Brasil, França, Alemanha e Holanda foram cortados por lesões graves, muitas delas envolvendo estruturas musculares e ligamentares de alta complexidade. Esse cenário chama a atenção para a necessidade de estratégias superiores na recuperação de atletas.
Confira!
Entre as ausências mais expressivas, o Brasil perdeu Rodrygo, Militão e Estevão, três jogadores fundamentais para o esquema de Carlo Ancelotti. Rodrygo sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior combinada com lesão meniscal, com prognóstico de afastamento de até 12 meses. Estevão enfrentou uma lesão muscular de grau quatro na coxa direita, a segunda contusão séria no mesmo ano. Militão precisou de intervenção cirúrgica após dores intensas na perna esquerda durante uma partida.
Fora do Brasil:
São lesões musculares e lesões ligamentares que, em comum, demandam longos períodos de reabilitação e deixam lacunas difíceis de preencher.
Inegavelmente, o volume de lesões indica um calendário saturado, a intensidade crescente das disputas e a pressão por retornos precoces, resultando num ambiente de alto risco físico. A medicina do esporte tem respondido a esse desafio com avanços significativos, e um dos mais promissores envolve o uso de medicina regenerativa baseada em células do próprio organismo.
Um estudo publicado na Arthroscopy Techniques avaliou a One STEP®, uma técnica para coleta de fração estromal vascular (SVF) derivada do tecido adiposo do próprio paciente, potencializada por fotoestimulação com comprimento de luz específico (LifeLight).
Os resultados dessa investigação apontam redução expressiva da dor, melhora funcional articular e indícios de regeneração da cartilagem com melhora sustentada por até 12 meses.
Vale destacar que, na técnica One STEP®, as células-tronco autólogas obtidas do tecido adiposo dos pacientes passam por um processamento que combina centrifugação e fotoestimulação com a LifeLight, antes de serem aplicadas diretamente na região lesionada.
O São Paulo Futebol Clube tornou-se o primeiro time do país a incorporar a One STEP®.
Inclusive, o clube planeja inaugurar, em 2026, um espaço dedicado à medicina regenerativa dentro do seu centro de treinamento, com cobertura que inclui o elenco profissional masculino, as categorias de base e o futebol feminino. Trata-se de uma aposta estrutural focada não apenas em recuperar atletas lesionados com mais eficiência, como também reduzir a frequência com que essas lesões acontecem.
Aliás, essas ausências vividas pelo Brasil e por outras seleções na Copa 2026 são um retrato dos limites do corpo humano submetido ao esporte de alta performance. Ao mesmo tempo, demonstram a relevância da medicina regenerativa para contornar os problemas daí derivados.
É ortopedista? Saiba como participar da habilitação na One STEP® para proporcionar tratamentos altamente efetivos aos seus pacientes!
Confira!
Lesões esportivas que mudaram o rumo da Copa
Entre as ausências mais expressivas, o Brasil perdeu Rodrygo, Militão e Estevão, três jogadores fundamentais para o esquema de Carlo Ancelotti. Rodrygo sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior combinada com lesão meniscal, com prognóstico de afastamento de até 12 meses. Estevão enfrentou uma lesão muscular de grau quatro na coxa direita, a segunda contusão séria no mesmo ano. Militão precisou de intervenção cirúrgica após dores intensas na perna esquerda durante uma partida.
Fora do Brasil:
- Hugo Ekitiké (França) rompeu o tendão de Aquiles;
- Xavi Simons (Holanda) lesionou o ligamento cruzado anterior e só deve retornar em 2027;
- Serge Gnabry (Alemanha) rompeu o músculo adutor da coxa;
- Dejan Kulusevski (Suécia) ficou praticamente a temporada inteira afastado por problema grave no joelho;
- Entre outros.
São lesões musculares e lesões ligamentares que, em comum, demandam longos períodos de reabilitação e deixam lacunas difíceis de preencher.
Por que a medicina esportiva precisa evoluir junto com o futebol?
Inegavelmente, o volume de lesões indica um calendário saturado, a intensidade crescente das disputas e a pressão por retornos precoces, resultando num ambiente de alto risco físico. A medicina do esporte tem respondido a esse desafio com avanços significativos, e um dos mais promissores envolve o uso de medicina regenerativa baseada em células do próprio organismo.
Um estudo publicado na Arthroscopy Techniques avaliou a One STEP®, uma técnica para coleta de fração estromal vascular (SVF) derivada do tecido adiposo do próprio paciente, potencializada por fotoestimulação com comprimento de luz específico (LifeLight).
Os resultados dessa investigação apontam redução expressiva da dor, melhora funcional articular e indícios de regeneração da cartilagem com melhora sustentada por até 12 meses.
Vale destacar que, na técnica One STEP®, as células-tronco autólogas obtidas do tecido adiposo dos pacientes passam por um processamento que combina centrifugação e fotoestimulação com a LifeLight, antes de serem aplicadas diretamente na região lesionada.
SPFC: pioneirismo nacional com a One STEP®
O São Paulo Futebol Clube tornou-se o primeiro time do país a incorporar a One STEP®.
Inclusive, o clube planeja inaugurar, em 2026, um espaço dedicado à medicina regenerativa dentro do seu centro de treinamento, com cobertura que inclui o elenco profissional masculino, as categorias de base e o futebol feminino. Trata-se de uma aposta estrutural focada não apenas em recuperar atletas lesionados com mais eficiência, como também reduzir a frequência com que essas lesões acontecem.
Aliás, essas ausências vividas pelo Brasil e por outras seleções na Copa 2026 são um retrato dos limites do corpo humano submetido ao esporte de alta performance. Ao mesmo tempo, demonstram a relevância da medicina regenerativa para contornar os problemas daí derivados.
É ortopedista? Saiba como participar da habilitação na One STEP® para proporcionar tratamentos altamente efetivos aos seus pacientes!
